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Mostrando postagens de julho 11, 2010

Contribuições das mulheres para a cartografia foram negligenciadas por muito tempo

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A cartografia tem sido tradicionalmente uma área dominada por homens, desde a projeção de Mercator do mundo no século XVI, passando por agrimensores como George Washington e Thomas Jefferson, que mapearam propriedades no século XVIII, até o desenvolvimento de sistemas de informação geográfica por Roger Tomlinson na década de 1960. A cartografia e os campos relacionados às tecnologias geoespaciais continuam sendo dominados por homens. Mas, como geógrafa e especialista em sistemas de informação geográfica, tenho observado como as oportunidades para mulheres como cartógrafas mudaram ao longo das últimas cinco décadas. O advento de tecnologias como os sistemas de informação geográfica aumentou as oportunidades de educação, emprego e pesquisa para mulheres, tornando a cartografia mais acessível. O cenário feminino As mulheres sempre foram essenciais para como as pessoas veem e compreendem o mundo. O conceito da Mãe Terra ou Mãe Natureza como centro do universo e fonte de toda a vida permeia...

Primeira bispa luterana renuncia por ter encoberto caso de pedofilia

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do  Corriere della Sera , em 16 de julho de 2010 Maria Jepsen (foto) subestimou as denúncias de pedofilia em 1999. Mentiu sobre o conhecimento dos abusos: "Não sou mais confiável. Não posso mais anunciar a boa nova". Ela tinha escrito uma página da história, em 1992, quando havia sido a primeira mulher do mundo a ser eleita bispa da Igreja Luterana. Nesta quinta-feira, Maria Jepsen, 65 anos, escreveu uma nova página, mais modesta e triste: é a primeira pessoa do episcopado protestante alemão a renunciar por ter encoberto e subestimado um caso de violência sexual ocorrido na sua diocese. "A minha credibilidade foi colocada em discussão", disse Jepsen, bispa de Hamburgo. "Consequentemente, não me vejo na condição de anunciar a boa nova, como havia prometido diante de Deus". É a confirmação de que a longa série de violência e abusos sexuais denunciados naAlemanha nos últimos meses não se referem apenas à Igreja Católica – que viu a renúncia do bispo ...

Matam-se no Brasil mulheres feito moscas, afirma promotora

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“Enquanto o machismo não acabar, as mulheres continuarão morrendo”, diz a promotora de Justiça Luiza Nagib Eluf (foto), especialista em crimes contra a mulher e homicídios passionais em entrevista à revista IstoÉ, edição 21-07-2010. Com cinco livros publicados, entre eles o best seller A Paixão no Banco dos Réus, no qual analisa os principais crimes passionais que ocorreram no País,Luiza diz que as leis atuais são boas, mas há ineficiência da polícia e do Judiciário quando a mulher denuncia a agressão ao poder público. “Só a prisão do agressor pode salvar a vida da mulher inocente”, diz ela, há 31 anos no Ministério Público, quase todos na vara criminal. A entrevista. Eliza Samudio deu queixa contra Bruno à polícia, as agressões dele foram comprovadas e mesmo assim, tudo indica, ela morreu numa emboscada dele. Por que o Estado não a protegeu? Essa é a grande questão. Nós temos leis boas, como a lei Maria da Penha, a Constituição, que proíbe a discriminação contra as mulheres. ...