Uma visão histórica do impacto da criação do SUS no acesso, custo e qualidade da saúde no país

Ana Beatriz Romeiro da Silva graduanda em Ciências e Biotecnologia, Universidade Federal Fluminense (UFF) Poucas políticas públicas brasileiras impactaram de forma tão profunda o cotidiano da população quanto o Sistema Único de Saúde (SUS). Instituído pela Constituição de 1988 e regulamentado em 1990, o SUS representa um dos maiores avanços da história da saúde pública no país ao estabelecer a saúde como um direito universal. Antes, o acesso à assistência médica era limitado e profundamente desigual , condicionado ao vínculo formal de trabalho ou à caridade de instituições filantrópicas. A maioria dos serviços de saúde estava restrita aos trabalhadores formais vinculados à previdência social. Pessoas sem emprego com carteira assinada ficavam à margem do sistema público e precisavam pagar por consultas, exames e medicamentos ou depender de ações assistenciais pontuais. Na prática, isso significava adiar diagnósticos, abandonar tratamentos e procurar atendimento apenas em situações emer...

População brasileira chega a 191,5 milhões, diz IBGE

da Reuters

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O Brasil já tem quase 191,5 milhões de habitantes e a cidade de São Paulo, a mais populosa do país, superou a marca de 11 milhões de moradores, informou o IBGE nesta sexta-feira.

Segundo a contagem anual da população realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros saltou de 189.612.814 em 2008 para 191.480.630 este ano.

A cidade de São Paulo manteve a condição de mais populosa do Brasil e, pela primeira vez, ultrapassou a marca de 11 milhões de habitantes.

O IBGE revelou que a cidade tem 11.037.593 de moradores, ante 10.990.249 milhões registrados em 2008. Em 2000, a cidade de São Paulo reunia 10.434.252 de pessoas.

O Rio de Janeiro é a segunda cidade mais populosa do país, com quase metade do número de moradores de São Paulo.

Segundo o IBGE, moram no Rio 6.186.710 de pessoas, um crescimento de apenas 25 mil habitantes em relação a 2008.

O terceiro lugar do ranking das populações é de Salvador, à frente de Brasília, que passou da sexta para a quarta posição entre 2000 e 2009.

Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Recife e Belém completam as 10 cidades mais populosas do país, enquanto Porto Alegre ficou de fora das 10 mais populosas pela primeira vez na década.

Sem contar as capitais, Guarulhos e Campinas, as duas em São Paulo, e São Gonçalo, no Rio de Janeiro, continuam sendo as mais populosas.

As menores cidades do Brasil em termos de população também continuaram sendo Borá e Serra da Saudade, em São Paulo, com 837 e 890 habitantes, respectivamente

O levantamento do IBGE é utilizado como parâmetro para a distribuição de recursos federais do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Até 31 de outubro desse ano, o IBGE encaminhará as estimativas ao Tribunal de Contas da União. A contagem será publicada no Diário Oficial da União até 31 de agosto.

> Fecundidade continua em queda e população fica mais velha. (outubro de 2008)

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