Médico italiano diz ter clonado três bebês há nove anos

Da revista Época

Severino_Antinori O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori (foto) afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.

Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica  chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996.


O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”.

Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década.

Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas.

Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”.

No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.

Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996.

O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”.

Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década.

Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas.

Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”.

No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.

Brasil ainda não tem legislação para o bebê de proveta. (fevereiro de 2009)

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