Contribuições das mulheres para a cartografia foram negligenciadas por muito tempo

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A cartografia tem sido tradicionalmente uma área dominada por homens, desde a projeção de Mercator do mundo no século XVI, passando por agrimensores como George Washington e Thomas Jefferson, que mapearam propriedades no século XVIII, até o desenvolvimento de sistemas de informação geográfica por Roger Tomlinson na década de 1960. A cartografia e os campos relacionados às tecnologias geoespaciais continuam sendo dominados por homens. Mas, como geógrafa e especialista em sistemas de informação geográfica, tenho observado como as oportunidades para mulheres como cartógrafas mudaram ao longo das últimas cinco décadas. O advento de tecnologias como os sistemas de informação geográfica aumentou as oportunidades de educação, emprego e pesquisa para mulheres, tornando a cartografia mais acessível. O cenário feminino As mulheres sempre foram essenciais para como as pessoas veem e compreendem o mundo. O conceito da Mãe Terra ou Mãe Natureza como centro do universo e fonte de toda a vida permeia...

Descoberto fóssil de cobra de 13 metros e uma tonelada

AP

cobragigante

NOVA YORK - Esqueça a cobra que ameaçava Jennifer López no filme Anaconda, de 1997. Fósseis descobertos no nordeste da Colômbia revelam a maior serpente já encontrada: um monstro de 12,8 a 13,7 metros, pesando mais de 1,1 tonelada.

"Essa coisa pesa mais que um búfalo e é mais comprida que um ônibus urbano", disse o especialista em cobras Jack Conrad, do Museu de História Natural de Nova York. "Ela poderia facilmente comer algo do tamanho de uma vaca. Um ser humano estaria morto num instante".

"Se ela tentasse entrar no meu escritório para me pegar, teria sérias dificuldades em passar pela porta", reconheceu o paleontólogo Jason Head, da Universidade de Toronto Missisauga.

Na verdade, a fera provavelmente comia parentes antigos dos crocodilos, em florestas tropicais de 58 milhões a 60 milhões de anos atrás, disse ele.

Head é o principal autor do trabalho que descreve a descoberta, publicado na edição desta quinta-feira, 5, da revista Nature.

Os descobridores da cobra chamaram-na Titanoboa cerrejonensis, algo como "jiboia gigante de Cerrejon", a região onde foi descoberta.

Embora seja uma parente das jiboias modernas, ela vivia mais como uma sucuri, e passava a maior parte do tempo na água, diz Head. Era capaz de rastejar pela terra e de nadar.

Conrad, que não tomou parte na descoberta, chamou o achado de "inacreditável... Faz piada com nossos preconceitos sobre o tamanho que uma cobra poderia atingir".

A titanoboa bate o recorde de maior serpente já encontrada por 3,5 metros, superando uma criatura de 40 milhões de anos atrás, descoberta no Egito. Entre as espécies vivas, a maior contra conhecida é uma píton de nove metros, diz um dos autores do estudo, Jonathan Bloch.

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