sexta-feira, 30 de maio de 2008

Fotos de índios no Acre chamam a atenção para tribos na Amazônia

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do jornal O Globo

As fotografias de índios da Amazônia antes desconhecidos chamaram atenção do mundo para a situação precária das poucas tribos isoladas ainda existentes e para o perigo com que se deparariam ao eventualmente entrar em contato com o mundo exterior.

As imagens, que ganharam destaque na imprensa internacional, foram feitas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) no mês passado, no Acre, mas divulgadas somente na quinta-feira. Elas mostram duas aldeias no meio da mata, cada uma com várias construções cobertas de palha. Elas correram o mundo e apareceram nos sites do "New York Times" e do argentino "La Nacion". Na página da "CNN", a manchete dizia: "Tribo indígena isolada vista na Amazônia".

Segundo especialistas, os índios, que aparecem nas imagens empunhando arcos e flechas , seriam provavelmente os membros remanescentes de uma tribo maior que se viu obrigada a ingressar mais profundamente na floresta, montando acampamentos cada vez menores.

- Em vez de formar uma tribo "perdida", esses índios devem ter mantido vários canais de comunicação com outros grupos ao longo dos últimos anos - disse em entrevista à Reuters Thomas Lovejoy, um especialista em questões amazônicas que preside o The Heinz Center, em Washington.

- Acredito haver uma questão ética, a questão sobre se alguém conseguiria, no final, protegê-los de qualquer tipo de contato. E a resposta para isso é 'não'. A resposta certa é ter um tipo de contato e de mudança de forma que as próprias tribos possam administrar isso - completou Lovejoy.

A área da fronteira entre o Brasil e o Peru revela-se um dos últimos refúgios do mundo para grupos desse tipo, já que se encontram ali cerca de 50 das cerca de 100 tribos isoladas existentes no mundo todo.

Esses grupos enfrentam um perigo crescente na forma da expansão das fronteiras econômicas, em especial do lado do Peru, que tem demorado mais para criar reservas capazes de proteger as populações indígenas.

O sertanista José Carlos Meirelles, que mora há 20 anos na região, estava no helicóptero de onde foram tiradas as fotos. Ele disse, em entrevista ao "Jornal Hoje", da Rede Globo, que essas tribos estão aumentando, apesar dos conflitos com peruanos que atravessavam a fronteira em busca de madeiras nobres.

- E essa questão está fora da nossa alçada. É uma questão internacional. Não é a Funai que vai resolver, mas o governo brasileiro.

Meirelles disse ainda que essas tribos deveriam ser deixadas isoladas o máximo possível.

- Enquanto eles estiverem nos apontando flechas, tudo estará bem. No dia em que se comportarem direitinho, estarão exterminados.

Contato sempre foi prejudicial

Historicamente, o contato com o mundo exterior mostrou-se catastrófico para os índios brasileiros, que hoje somam cerca de 350 mil indivíduos, um número muito menor do que os 5 milhões da época da chegada dos europeus.

- Em 508 anos de história, de milhares de tribos que existem, nenhuma delas adaptou-se bem à sociedade no Brasil - afirmou à Reuters Sydney Possuelo, ex-autoridade da Funai que criou o departamento da fundação responsável pelos índios isolados.

Nos últimos anos, porém, tribos como os inanomâmi conseguiram conquistar uma proteção maior ao tornarem-se mais politicamente organizados e formarem laços com grupos conservacionistas estrangeiros.

- Não se trata de tomar essa decisão no lugar deles. Trata-se de dar-lhes tempo e espaço para que tomem essa decisão por si próprios - afirmou David Hill, do grupo Survival International.

No Peru, por exemplo, mais de metade dos murunahua morreu em virtude de gripe ou de outras doenças após terem entrado em contato com o mundo exterior pela primeira vez em 1996, como resultado da expansão da fronteira econômica, afirmou Hill.

Ver integrantes de tribos isoladas não é algo muito raro, ocorrendo uma vez a cada alguns anos na área da fronteira entre Brasil e Peru.

Tribo isolada na mata surpreende o mundo

A imagem, impressionante, parece saída de alguma máquina do tempo. Munidos de grandes arcos, pintados para a guerra, índios nus disparam flechas na direção da máquina fotográfica utilizada pelos sertanistas da Fundação Nacional do Índio (Funai). Poderia ser algum filme de segunda categoria repleto de lugares-comuns sobre a Amazônia selvagem. A reportagem é de Umberto Trezzi e publicada pelo jornal Zero Hora, 31-05-2008.

Não, não é ficção. É vida real. As fotos foram feitas no Acre entre 28 de abril e 2 de maio e divulgadas esta semana pela própria Funai para chamar a atenção do mundo para o risco que correm algumas das últimas civilizações indígenas isoladas na selva brasileira. Madeireiros peruanos têm invadido a região, situada na fronteira com o Peru. Derrubam árvores, mas podem levar de roldão as tribos de índios que vivem próximo ao rio Envira. E acabar com elas antes que o mundo as conheça, como costuma acontecer com milhares de espécies animais e vegetais da Amazônia.

O recado surtiu efeito, o mundo parou para ver. As fotos, feitas de um Cessna Skylane, foram destaque dos Estados Unidos à Itália, da Inglaterra ao Extremo Oriente. Os retratos reafirmam a imagem internacional da Amazônia: a de um lugar misterioso, repleto de vida desconhecida e que merece ser preservado. Os índios flagrados pela Funai estão numa situação de risco semelhante à do peixe-boi: ameaçados de extinção.

Pois a Amazônia é ainda mais pródiga em situações desse tipo do que se imagina. Em pleno século 21, das viagens interplanetárias e colonização até na Antártica, a região amazônica guarda 68 grupos indígenas isolados - de um total de cem que, estima-se, existem no mundo.

A Funai sequer sabe a que etnia pertencem os índios flagrados ali. Foram três grupos e podem até ser de tribos diferentes. A possibilidade é que eles sejam das etnias pano ou aruak, que vivem na Amazônia e são de troncos indígenas diferentes. Eles vivem numa área de 630 mil hectares que abriga três reservas silvícolas. Um dos maiores problemas é que esses indígenas são tão arredios que sequer sabem que sua área é protegida, explica o coordenador-geral de índios isolados da Funai, Elias Biggio.

- Eles vivem na fronteira, mas não sabem o que é a fronteira - acrescenta.

As fotos que espantaram o mundo foram feitas pelo sertanista José Carlos Meirelles, que trabalha há 40 anos na Funai e inclusive, na luta para sobreviver contra um ataque de índios isolados, teve de matar um dos indígenas, na década de 80. Apesar do incidente, ele é defensor intransigente da manutenção do isolamento desses índios selvagens. Para o próprio bem deles.

O sertanista defende a reação dos índios, que dispararam flechas ao ver o avião.

- Enquanto eles estiverem nos recebendo a flechadas - e eu já levei uma na cara - estarão bem. O dia que ficarem bonzinhos, já eram... - exemplifica.

O contato com o mundo exterior tem se mostrado catastrófico para os índios brasileiros, que eram 5 milhões à época da chegada dos primeiros europeus e hoje somam 350 mil.

- Em 508 anos de história, nenhuma das tribos brasileiras se adaptou bem à sociedade do Brasil - comenta Sidney Possuelo, sertanista que fundou, na Funai, o departamento responsável por índios isolados.

Funai fez apenas dois contatos em 12 anos

Foi de Possuelo um dos últimos contatos com tribos primitivas no Brasil. Em 1996 ele foi o primeiro branco a visitar os korubo, conhecidos como "índios caceteiros" pelo costume de usar bordunas contra os inimigos. Eles viviam em mata fechada no Alto Javari, região do Amazonas. O brasilianista norte-americano Thomas Lovejoy, da Fundação Heinz (de Washington), tem opinião firmada a respeito dos índios isolados:

- Ninguém, nenhum governo, consegue protegê-los.

Ele assinala que, no Peru, mais da metade dos murunahua - tribo isolada descoberta em 1996 - morreu em função de gripe, desde aquele primeiro contato. É para evitar que doenças dos brancos matem tribos inteiras que a Funai modificou sua política de contatos, a partir de 1988. Em vez de atrair índios para a cristianização ou "pacificação", como acontecia na época do marechal Rondon, o governo inverteu a prioridade. A idéia agora é garantir território para as tribos arredias aos brancos, mantendo-as isoladas. E, conseqüentemente, preservadas dos malefícios da sociedade urbana.

Seguindo à risca essa política, em 12 anos a Funai só fez dois contatos físicos com índios isolados. Um deles foi o de Possuelo com os korubo, em 1996 - no qual um branco foi morto a pauladas pelos indígenas "caceteiros". O outro contato foi no ano passado, com dois índios de um ramo tupi, em Piripicura (Mato Grosso). Os outros elementos dessa tribo nunca mais foram vistos.

É para garantir que os índios isolados continuem a salvo dos males da sociedade de consumo que o sertanista Meirelles, autor das fotos sensacionais desta semana, se nega a dar detalhes sobre a localização das tribos e seus hábitos.

- Não sei quem eles são, não quero saber e tenho raiva de quem sabe - brinca o sertanista, mas falando sério.

'Eles não sabem quem somos'

Desde 1981 na Funai, o pernambucano Elias Biggio, 48 anos, já viu de tudo um pouco na Amazônia. Índios aculturados, culturas brancas acossando os índios - com destaque para garimpeiros e madeireiros - e a difícil convivência desses habitantes da floresta com os representantes do governo. Pois no governo Lula ele é o encarregado de zelar pela parte mais vulnerável desse ambiente, os indígenas isolados. Foi desse sertanista a permissão para que funcionários da Funai revelassem ao mundo a presença dos índios arredios no Acre. A intenção é despertar o planeta para a existência desses seres - e o perigo que eles correm.

- Temos de protegê-los, sem que eles percebam. É missão difícil - resume Biggio, nesta entrevista feita por telefone, de Brasília, e publicada pelo jornal Zero Hora, 31-05-2008.

Eis a entrevista.

Vocês sabiam da existência dessas tribos perdidas nos confins do Acre?

Sim, há uns 20 anos. Mas nunca os contatamos. Vai longe o tempo do marechal Rondon, quando a ordem era "pacificar" os índios, integrando-os à sociedade branca. Desde os anos 80, nossa política é criar frentes de proteção étnica e ambiental, um nome comprido que pode ser resumido na seguinte situação: temos de protegê-los, sem que eles percebam. Sem contato. Uma missão difícil.

Por que, sem contato?

Quanto mais contato com os brancos, mais vulneráveis eles ficam. A doenças, à uma sociedade que não conhecem e que não os entende. Pressionamos pela criação de reservas onde eles possam viver, se alimentar, sem entrosamento com o mundo do consumo. Só assim sobreviverão.

Será que eles já tinham visto um avião?

Acho que não. Pelo que deduzimos, eles não sabem quem somos. Vivem sem relação direta com a sociedade branca. Muitas tribos isoladas fazem isso. Por opção - para fugir, no caso de traumas passados - ou porque nunca viram um branco. Se depender de nós, continuarão assim. Protegidos, à distância. Só entraremos em contato se for missão de salvamento, para sua sobrevivência.

Há outras tribos não contatadas

Fundador do Departamento de Índios Isolados da Funai, o sertanista Sydney Possuelo, 67, disse que a região da divisa do Acre com o Peru é conhecida por concentrar várias tribos isoladas. A reportagem é de Cláudio Dantas Sequeira e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 30-05-2008.

"Essas fotos vêm demonstrar o que falamos há muito tempo. Há mais de 22 pontos com índios isolados na área de fronteira. Mas todos os órgãos, políticos, fazendeiros e até antropólogos dizem que é fantasia", afirmou.

Possuelo explicou que a Funai faz sobrevôos na região há duas décadas e vem descobrindo vários grupos. "Por isso essas terras são demarcadas", comentou o sertanista, defensor da idéia de se evitar ao máximo o contato com os índios.

"Durante os anos 70 e 80, fiz contato com uns sete grupos. Durante esse trabalho, percebi que não deveríamos tentar contato, mas apenas protegê-los do assédio externo", lembrou o sertanista.

A Funai hoje atua apenas na identificação das tribos isoladas, dimensiona seus territórios e os monitora com equipes de proteção etnoambiental. Possuelo capitaneou a expedição que fez contato com os korubo, no Vale do Javari (AM), em 1996 -o último contato oficial com uma tribo isolada.

O antropólogo Gersem Luciano Baniwa, índio da etnia baniwa, disse que a divulgação das fotos dos índios isolados serve à reflexão sobre a atual política indigenista. "É preciso que a sociedade discuta se adotará uma política de preservação desses grupos ou de seu extermínio. É uma responsabilidade moral e política", avaliou.

O especialista duvida, no entanto, que ainda existam índios isolados de qualquer contato com a civilização. "É uma possibilidade reduzida em termos de outras línguas e outros povos. Podem ser pequenos grupos desgarrados, que fugiram por causa de perseguição ou violência", disse.

Segundo Gersem Baniwa, há muitas vezes contatos indiretos, através de outras tribos, com as quais eles obtêm alguns suprimentos, como fósforos. Geralmente são nômades. "Em São Gabriel [AM], os índios nos contam que já viram outros grupos e famílias pequenas que fugiram", afirmou.

> Por que a Funai divulgou agora as fotos dos índios supostamente isolados?

19 comentários:

  1. Sou totalmente favor da prezervação da amazonas ela e a riqueza natural que ainda resta para o Brasil e o mundo.Não vejo razão nenhuma para que o governo queira dezenvover aquela gegião,sendo que o brasil tem muintas terras para ser cultivada, basta que o governo fassa uma politica de verdade de gente que realmente queira prantar não ficara dando recurso para esses chefão de sem terra .

    riqueza mais importante que o Brasil e mundo

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  2. eles devem sofre muito ñ queria ta na pele deles

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  3. FOTOS DOS INDIOS NA ALDEIA>>>

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  4. primeira ves que vejo um aldeia de indios

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  5. sinceramente eu acredito que o ser humano tem sim que evoluir.No entanto ha que se respeitar o modo de vida dessas pessoas,que nao deve ser nada facil.
    Senhores nos temos meios de facilitar a vida dessas pessoas porque nao faze-lo. Ha maneiras de introduzir ferramentas para tornar a suas vidas mais facil,isso nao significa inserir modos de vida em sua culturas.
    Me chamo José Inácio Carvalho e talvez esteja errado mais privar qualquer ser humano do conhecimento pra mim é o mesmo que exterminarmos nossa propria especie.
    doctorjosit@yahoo.com.br ..... comente!!!!

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  6. Muito legal essa foto .!! vcs foram lá na Amazônia para conseguir essa imagem .. Thawana dutra mentges quatro anos''

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  7. amei esse saite.por que eu tinha que fazer um trabalho sobre os indios e aqui consegui todo que quiria encontrar.

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  8. SOU INDIO DA AMAZONIA CIVILIZADO, MAIS O GOVERNO TEM QUE CUIDAR DELES, SÃO SERES HUMANOS, PERANTE DEUS SOMOS TODOS IGUAIS.

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  9. eu comcodor com todo os outro comentario,eu nao sou indo mais eles merrece ser tratando com mais diginidade o governo nao esta preucupando com essa pessoa.
    Deus disse ajuda o teu procino............
    pois todos sonos iguais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  10. GOSTEI DESTE CITI CHAMA MUITO ATENÇAO

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  11. NESTE SITI ENCONTREI TUDO PARA UM BOM TRABALHO E TIREI NOTA 10 DEIXO MEU MUITO OBRIGADO.

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  12. entrar em contato com esse índios vai ser pior do que deixar eles isolados. bom senso. se entrar en contato com eles vão ser exterminados por doenças que eles não tem imunidades...

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  13. As fronteiras das sociedades primitivas são extraordinariamente vagas – como comprova a dificuldade que os antropólogos encontram para definir a palavra “tribo”. Quanto menor e mais primitivo é o grupo, mais vagas e mais anárquicas são suas fronteiras. Os grupos mais primitivos que conhecemos obedecem a um padrão nômade, às vezes, chamado de “fissão” e fusão”-eles vagueiam em pequenos grupos abertos que constantemente se separam e se fundem”-“As Origens das Guerras no Ocidente”.
    Conforme o texto as sociedades ditas primitivas são nômades, bem como guerreavam entre si; tentar isolá-las ao invés de integrá-las atende mais a interesses de quem? Não seria uma forma de discriminação até estereotipando descendentes de diversas etnias como “indígenas”, como são os brasileiros descendentes de diversos imigrantes, também oriundos de diversas etnias!

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  14. OPINIÃO:Política Brasil: soberano, seguro e indivisível – Nessa Nação Continental legada com muita luta,sangue e ousadias o termo “indígena” é discriminatório na medida em que visa estereotipar varias etnias nômades que imigraram para o continente americano, antes da colonização européia e que guerreavam, escravizavam, exterminaram e até canibalizavam outras etnias. Diversas são as origens dos seres humanos que imigraram para o novo continente e os que diferenciam é que algumas vieram antes da colonização. Na medida em que por motivos não muito bem delineado, se privilegia outras etnias, estão discriminando as demais, sendo marcante as causas dos conflitos pelo mundo quanto as discriminações existentes e a ganância por poder e riquezas. Tais discriminações afloram conflitos e geram fragmentações e se criam territórios conforme os interesses dominantes, como o ocorrido com a Tchecoslováquia, Iugoslávia, Kwait, Arabia Saudita, como praxe das potencias em dividir o mundo segundo seus interresses econômicos e politicos.Podemos acrescentar os conflitos étnicos na África e poderia estar ocorrendo no novo continente se os colonizadores europeus não tivessem vencido pelo poder bélico e a integração, que ocorreu na formação dos paises europeus, dentre outros. Há de se ressaltar que tem reservas que se situam em território rico em minerais, objeto de conflitos em toda parte do mundo, causados por minorias fortalecidas e governos. O correto é integrar os descendentes das etnias ditas “indígenas” a Nação Brasileira, assim como os outros brasileiros que vivem nas regiões isoladas, todos com direitos e responsabilidades iguais, sem privilégios para alguns nacionais conforme origens antepassadas.É discriminação tratar nacional conforme origens antepassadas, sendo que raizes estão onde nasce e se tira o sustento proprio e da familia.

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  15. isso é otimo que diga

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  16. indios primitivos e como a tribo toulambis que nao conhecia tecidos metal e nao cultivava alimentos vivia com macacos nao plantava e nao colhia eles coletava frutas e raises esses isolados da amazonia tinha facao plava mandioca mamao e bananas e conecia tecidos eles arrumarao isso com o homem moderno os toulambis era mais calmos e inteligentes

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  17. Meu nome é Pedro, fui morar na amazonia, conheci uma india que tinha seis filhos, casei-me com éla, móro com éla 23 anos, é uma ótima companheira, boa dona de casa, acabei de criar os filhos déla , agóra estou criando os nétos.

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  18. Deixe, os índios em paz com a vida normal deles. Não podemos impor nossa "civilização" nem estilo de vida pra essas pessoas.

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