Uma visão histórica do impacto da criação do SUS no acesso, custo e qualidade da saúde no país

Ana Beatriz Romeiro da Silva graduanda em Ciências e Biotecnologia, Universidade Federal Fluminense (UFF) Poucas políticas públicas brasileiras impactaram de forma tão profunda o cotidiano da população quanto o Sistema Único de Saúde (SUS). Instituído pela Constituição de 1988 e regulamentado em 1990, o SUS representa um dos maiores avanços da história da saúde pública no país ao estabelecer a saúde como um direito universal. Antes, o acesso à assistência médica era limitado e profundamente desigual , condicionado ao vínculo formal de trabalho ou à caridade de instituições filantrópicas. A maioria dos serviços de saúde estava restrita aos trabalhadores formais vinculados à previdência social. Pessoas sem emprego com carteira assinada ficavam à margem do sistema público e precisavam pagar por consultas, exames e medicamentos ou depender de ações assistenciais pontuais. Na prática, isso significava adiar diagnósticos, abandonar tratamentos e procurar atendimento apenas em situações emer...

Madrasta fez duas queixas à polícia contra seu pai (Folha)


Anna Carolina Trotta Jatobá (foto), 24, madrasta de Isabella, registrou dois boletins de ocorrência contra seu pai, Alexandre José Peixoto Jatobá, 45, pelos crimes de lesão corporal, injúria e ameaças.

Nos documentos, Anna Carolina relata ter sido agredida e ameaçada de morte pelo pai. A primeira vez que a madrasta de Isabella procurou a polícia foi no dia 13 de janeiro de 2004, por volta das 15h. Ela disse a policiais do 2º Distrito Policial de Guarulhos, que foi ofendida moralmente e atacada com socos, tapas e chutes pelo pai.

As agressões, segundo os registros, teriam sido motivadas por questões que supostamente teriam pouca importância. O pai, segundo Anna Carolina, disse: "Ainda dou um tiro na cara dessa menina".

Dois policiais chegaram a subir ao apartamento da família, que fica ao lado do 2º DP, na Vila Galvão, em Guarulhos, para tentar acalmar Peixoto Jatobá, mas ele acabou se trancando em um quarto. Anna Carolina procurou a polícia novamente no dia 29 de novembro de 2005, por volta das 17h.

A madrasta de Isabella disse que estava na casa do pai, digitando um documento no computador, quando seu filho -então com nove meses de idade- começou a chorar. Peixoto Jatobá teria mandado que ela pegasse o filho no colo. Anna Carolina teria dito que não adiantaria, pois o garoto continuaria chorando mesmo que estivesse em seus braços.

Ainda de acordo com o que Anna Carolina disse à polícia, uma discussão teria então se iniciado entre o pai e a filha e ele teria xingado Anna Carolina. Ela respondeu ao pai e ele, por sua vez, cuspiu em seu rosto e a atacou com tapas, empurrões e chutes. Anna Carolina disse à polícia que se trancou em um quarto do apartamento enquanto seu pai chutava a porta e a ameaçava de morte.

Ela disse ainda que quando saía do apartamento com o filho nos braços e aguardava a chegada do elevador, seu pai teria tentado atingi-la, atirando um vaso. Peixoto Jatobá não foi encontrado pela reportagem para comentar as denúncias.

> Caso Isabella.

Comentários