Contribuições das mulheres para a cartografia foram negligenciadas por muito tempo

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A cartografia tem sido tradicionalmente uma área dominada por homens, desde a projeção de Mercator do mundo no século XVI, passando por agrimensores como George Washington e Thomas Jefferson, que mapearam propriedades no século XVIII, até o desenvolvimento de sistemas de informação geográfica por Roger Tomlinson na década de 1960. A cartografia e os campos relacionados às tecnologias geoespaciais continuam sendo dominados por homens. Mas, como geógrafa e especialista em sistemas de informação geográfica, tenho observado como as oportunidades para mulheres como cartógrafas mudaram ao longo das últimas cinco décadas. O advento de tecnologias como os sistemas de informação geográfica aumentou as oportunidades de educação, emprego e pesquisa para mulheres, tornando a cartografia mais acessível. O cenário feminino As mulheres sempre foram essenciais para como as pessoas veem e compreendem o mundo. O conceito da Mãe Terra ou Mãe Natureza como centro do universo e fonte de toda a vida permeia...

Avô de Isabella foi a apartamento logo após enterro (G1)


Livro de portaria confirma presença de Antônio Nardoni (foto) por 15 minutos no Edifício London. Questionado pela polícia, ele diz que não destruiu provas no apartamento.


O avô paterno de Isabella, Antonio Nardoni, ficou cerca de 15 minutos no Edifício London dois dias depois da morte da menina. Ele chegou com parentes horas depois de acompanhar o enterro da neta. A entrada do advogado é confirmada pelo livro de registros do prédio.

Dois carros da família Nardoni chegaram ao prédio de onde Isabella foi jogada duas horas e vinte minutos após o enterro da menina no Cemitério Parque dos Pinheiros, na Zona Norte de São Paulo.

O livro de registros do Edifício London mostra que, em 31 de março, por volta das 12h, o senhor Nardoni entrou de carro pela garagem e, logo em seguida, interfonou do apartamento de Alexandre, de número 62, dizendo que o cunhado dele estava descendo para pegar a chave do apartamento 63, que é de Cristiane Nardoni, irmã de Alexandre.

O que a polícia quer saber é se Antonio Nardoni e as pessoas que estavam junto com ele no prédio dois dias depois da morte de Isabella mexeram no apartamento.

Na quarta-feira (23), Antonio Nardoni prestou depoimento e confirmou que foi ao Edifício London no dia do enterro. Mas ele afirma que apenas retirou roupas.
Ao ser questionado pela polícia, o pai de Alexandre negou ter destruído evidências do crime.

A irmã de Alexandre Nardoni, Cristiane, também foi ouvida na quarta-feira (23), e também negou que tenha destruído provas quando entrou no apartamento na noite do crime.

O apartamento só foi lacrado quatro dias depois do crime, e será reaberto no próximo domingo (27), às 9h. Nesta quinta-feira (24), policiais começaram a preparar a reconstituição. O espaço aéreo em torno do prédio, num raio de 3 km, será fechado por 14 horas. A rua será parcialmente interditada e só será permitida a passagem de moradores.

Para a reconstituição, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá deverão voltar ao Edifício London. Também participarão o porteiro do prédio, dois vizinhos, funcionários do resgate, a mulher do subsíndico, o avô paterno, a tia de Isabella, Cristiane, e a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, também vão participar da reconstituição.

Juntos, eles Vão tentar refazer a seqüência dos fatos daquela noite de 29 de março, registrada assim no livro da portaria do Edifício London:

O funcionário escreveu: "Aproximadamente à meia-noite, escutei um barulho bem alto. Quando olhei para fora da guarita, tinha uma menina na grama. Imediatamente interfonei para o senhor Lúcio - um morador - para ligar para polícia e para as ambulâncias." Ele termina: "a menina ainda estava viva."

> Caso Isabella.

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