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Mostrando postagens de Setembro 26, 2010

Fumantes têm recuperação mais difícil quando adoecem

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por Giovanni Guido Cerri, professor titular da Faculdade de Medicina da USP e diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Artigo escrito para a Folha
Citar o cigarro sem lembrar os males que ele trás para a saúde das pessoas é praticamente impossível, principalmente quando olhamos para o desenvolvimento de certas doenças, como o câncer e os problemas cardiovasculares.
E as estatísticas confirmam a letalidade do vício do fumo: no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano são em decorrência do cigarro. Os estudos mostram ainda que, além de estarem mais propensos ao desenvolvimento de doenças, os fumantes têm uma recuperação mais difícil, quando adoecem, dos que os não fumantes.
No caso do câncer, cerca de 30% das mortes causadas são atribuídas ao tabagismo. Um levantamento promovido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) apontou que, entre os pacientes ali internados, pelo menos um em cada quatro tem histórico de ta…

Hospital das Clínicas cria técnica para corrigir próstata de idosos

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por Cláudia Collucci, da Folha

Há um ano, o aposentado Claudio Luiz, 66, só urinava por meio de sonda. Sua próstata tinha aumentado de tamanho e comprimia a uretra.
"Não conseguia mais urinar espontaneamente, tinha dores horríveis. Fiquei com sonda por um ano. Só usava calças largas para disfarçá-la. Foi um pesadelo", diz.
Como 50% dos homens acima de 50, Luiz tinha hiperplasia prostática benigna: a próstata aumenta, o que traz dificuldade de urinar. Uma técnica inédita do Hospital das Clínicas de São Paulo o livrou do problema.
"Uma semana após a cirurgia eu estava sem sonda e correndo na praia", comemora Luiz, maratonista.
Chamado de embolização das artérias da próstata, o procedimento é feito com anestesia local e sem internação. De dez pacientes tratados até agora, nove voltaram a urinar espontaneamente nos dias seguintes à cirurgia.
O sucesso já aparece em estudos publicados pela equipe do HC em periódicos científicos internacionais.
A embolização é usada há ma…

Custos com demência chegam a 1% do PIB mundial

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da BBC Brasil

Os custos globais com demência – causada, em sua maioria pelo mal de Alzheimer – vão ultrapassar 1% do Produto Interno Bruto mundial neste ano, chegando a US$ 604 bilhões, alerta um relatório publicado nesta terça-feira, dia mundial do Alzheimer.

Segundo o Relatório Mundial do Alzheimer, se o cuidado com pacientes de demência fosse um país, ele seria a 18ª economia do mundo. Se fosse uma empresa, seria a maior do mundo, com receita superior à da Wal Mart e da ExxonMobil.

O documento da Alzheimer’s Disease International (ADI) – que reúne várias organizações – contém os dados mundiais mais atualizados sobre o custo da doença e defende que sejam investidos mais recursos em pesquisas e tratamentos.

A estimativa é de que atualmente haja 35,6 milhões de pessoas vivendo com demência no mundo. Este número deve subir para 65,7 milhões até 2030 e 115,4 milhões até 2050.

“A escala desta crise pede ação global”, afirmou Marc Wortmann, diretor executivo da ADI. “A história mostra que…

Número de doentes de Alzheimer duplicará nos próximos 20 anos

da AFP

O número de doentes de Alzheimer e outras demências similares duplicará nos próximos 20 anos, passando de 35,6 milhões atualmente para 65,7 milhões em 2030, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira por conta do Dia Mundial do Alzheimer.

A associação Alzeimer''s Disease International (ADI), que reúne 73 associações de diversas partes do mundo, afirma que este número deverá triplicar nos próximos 40 anos. Assim, os doentes somarão 115,4 milhões em 2050.

O custo da doença de Alzheimer e das outras demências representará em 2010 1% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, ou seja, 604 bilhões de dólares, afirma o relatório.

Segundo os especialistas do King''s College de Londres e do Karolinska Institutet da Suécia, que compilaram os dados mais recentes do estudo, os fundos dedicados ao Alzheimer terão que se multiplicar por 15 para atender aqueles que sofrem deste mal, um financiamento comparável ao dos que sofrem de doenças cardiovasculares, e por 30 para se ig…

Brasileiros são os que mais esperam apoio da família na velhice

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A pesquisa da multinacional de seguro de saúde Bupa, conduzida pela universidade London School of Economics, foi feita com mais de 12 mil entrevistados em junho deste ano. No Brasil, 1.005 pessoas foram ouvidas.

Três em cada quatro brasileiros entrevistados (76%) disseram acreditar que sua família vai sustentá-los na velhice. Em países como França, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, menos de 70% das pessoas acreditam que serão sustentadas pelos parentes ao chegarem a velhice.

Os brasileiros também estão entre os que mais acreditam que a responsabilidade de ser sustentado na velhice é dos seus familiares – dois em cada três entrevistados (66%) manifestaram esta visão na pesquisa da Bupa. Na Grã-Bretanha, menos de 30% atribuem à família a responsabilidade de sustentá-los na velhice.

O estudo também revelou que os brasileiros são os que mais têm expectativas positivas sobre chegar à terceira idade - 17%.

Os brasileiros só perdem para os franceses na "sensação" de juventude…