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Mostrando postagens de Agosto 9, 2009

População brasileira chega a 191,5 milhões, diz IBGE

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da ReutersO Brasil já tem quase 191,5 milhões de habitantes e a cidade de São Paulo, a mais populosa do país, superou a marca de 11 milhões de moradores, informou o IBGE nesta sexta-feira.Segundo a contagem anual da população realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros saltou de 189.612.814 em 2008 para 191.480.630 este ano.A cidade de São Paulo manteve a condição de mais populosa do Brasil e, pela primeira vez, ultrapassou a marca de 11 milhões de habitantes.O IBGE revelou que a cidade tem 11.037.593 de moradores, ante 10.990.249 milhões registrados em 2008. Em 2000, a cidade de São Paulo reunia 10.434.252 de pessoas.O Rio de Janeiro é a segunda cidade mais populosa do país, com quase metade do número de moradores de São Paulo.Segundo o IBGE, moram no Rio 6.186.710 de pessoas, um crescimento de apenas 25 mil habitantes em relação a 2008.O terceiro lugar do ranking das populações é de Salvador, à frente de Brasília, que passou da sext…

Estudo mostra que ex-casados passam por piora na saúde física

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Estudo sugere que o estresse físico da perda do cônjuge continua muito tempo depois que as feridas emocionais se curampor Tara Parker-Pope, do New York TimesPessoas casadas tendem a ser mais saudáveis que solteiros. O que acontece, porém, quando um casamento acaba?Uma nova pesquisa mostra que, quando casados ficam solteiros, por divórcio ou morte do cônjuge, eles passam por uma piora na saúde física, da qual nunca se recuperam, mesmo se casarem novamente. Em termos de saúde, não é melhor ter casado e se separado do que nunca ter se casado. Pessoas de meia-idade que nunca se casaram têm menos problemas de saúde crônicos do que divorciados ou viúvos.Essas descobertas, feitas a partir de um estudo americano com 8.652 homens e mulheres na casa dos 50 e início dos 60 anos, sugerem que o estresse físico da perda do cônjuge continua muito tempo depois que as feridas emocionais se curam.Isso não significa que as pessoas devam permanecer casadas a todo custo, mas mostra que o histórico conjuga…

Crucifixos na berlinda: maiorias não definem decoração de paredes públicas

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por Hélio Schwartsman, para a Folha de S.PauloNão resisto a comentar a ação judicial movida pelo Ministério Público Federal de São Paulo que pede a retirada de crucifixos e bíblias das repartições públicas federais no Estado. Antes que me acusem de mais uma vez pegar no pé dos religiosos, já advirto que, desta vez, ao final do artigo os defenderei dos excessos do anticlericalismo. É claro que eu sou a favor de que esses símbolos desapareçam de uma vez por todas de nossas cortes. Essa é uma discussão que já deveria ter sido resolvida mais de um século atrás, quando a Constituição de 1891 estabeleceu a separação entre Estado e igreja. Inexplicavelmente, porém, as Cartas que se seguiram ao texto de 1891, em vez de avançar, recuaram no que diz respeito à laicidade do poder público. O grande escândalo é a Constituição de 1988, que, contrariando a tendência histórica dos países desenvolvidos e os mais elementares ditames do bom senso e da administração responsável das verbas públicas, reint…

O que a lei mudou no combate aos crimes sexuais

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por Carlos José e Silva Fortes, promotor de Justiça.Lei 12.015, de 7 de agosto de 2009  modificou profundamente o Código Penal, visando combate de crimes ligados a Pedofilia e outros crimes sexuais:Ressalto alguns pontos:1.    Mudou o nome dos títulos dos crimes de natureza sexual para “CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL” em vez de “crimes contra os costumes”;2.    Tipificou o estupro de vulnerável, como sendo qualquer ato libidinoso contra menores de 14 anos ou pessoas com deficiência mental, com pena que varia de 8 a 15 anos de reclusão;3.    Definiu objetivamente que a relação sexual com menor de 14 anos é estupro. Isso acaba com a discussão sobre se a presunção de violência (artigo 224 do CPB), se esta seria relativa ou absoluta…;4.    Todas os caos de presunção de violência do 224 foram revogados;5.    Se houver participação de quem tenha o dever de cuidar ou proteger a vítima, o tempo de condenação será aumentado em 50%. O autor de estupro contra maiores de 14 e menores de 18 anos…