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Mostrando postagens de Maio 3, 2009

Orientações sobre a gripe suína (Influenza A / H1N1)

do site da AMB

A Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Infectologia divulgaram nesta sexta-feira, 8 de maio, dois documentos contendo orientações sobre a gripe influenza A (H1N1) destinados à comunidade médica e também à população. Eles foram produzidos por profissionais que integram a equipe técnica do Comitê Científico de Influenza/Gripe da SBI, da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Sociedade Brasileira de Medicina dos Viajantes, Associação Brasileira de Infecções Hospitalares e a Associação Pan-Americana de Infectologia. Trata-se de uma espécie de protocolo para a prática eficaz no diagnóstico, acompanhamento e tratamento de pacientes, além de prevenção.
Documento para o público em geral
Introdução
A gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 (inicialmente chamada de gripe suína) é uma doença transmitida de pessoa a pessoa através de secreções respiratórias, principalmente por meio da tosse ou espirro …

Música é usada para acelerar recuperação de cardíacos

por Julliane Silveira, da Folha de S.PauloA pianista Beth Ripoli, 57, tocava uma música quando viu seu marido se aproximar. A composição era romântica, ambos choraram, o público se emocionou com a cena. Ele, o empresário Luiz Carlos Franco, 56, andava com dificuldade e arrastava o frasco de soro -estava internado havia alguns dias, recuperando-se de um infarto e da implantação de quatro pontes de safena. Ela tinha resolvido tocar o piano do hospital enquanto acompanhava o marido no pós-operatório."Eu precisava andar e vi que ela estava tocando, e a música me chamou a atenção. Imagina ter seu tronco aberto, pararem seu coração para operá-lo e depois ele voltar a bater. Fica-se em um estado muito sensível, alguns pacientes entram em depressão. E a música exercita sua sensibilidade do lado positivo", avalia Luiz. Desde então, Beth apresenta recitais no HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, para pacientes e acompanhantes, como parte de um projeto que considera a música um do…

'Tudo o que está no mundo passa pelo corpo'

por Alina Mazzaferro, do jornal Página/ 12Desde a sua chegada, David Le Breton causou uma pequena grande comoção dentro do mundinho acadêmico portenho. Uma centena de pessoas o seguem, há duas semanas, em seu itinerário de conferências programadas em diferentes pontos da cidade de Buenos Aires. Porque o sociólogo e antropólogo francês veio para apresentar um seminário intensivo de doutorado na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires e, enquanto isso, aproveitou para apresentar seu livro "El sabor del mundo. Una antropología de los sentidos"na Feira do Livro, palestrar na Manzana de las Luces e participar do colóquio internacional dedicado à obra de Roger Caillois que a Aliança Francesa e a Embaixada da França na Argentina organizaram recentemente. O interesse que sua obra suscitou – pelo menos a que foi traduzida e publicada na Argentina, composta de sete livros de uma extensa produção que inclui mais de 20 – revela o crescente atrativo de um campo de…

Médica prepara doente para a morte

por Luiz Fernando Vianna, da FolhaTodo dia a morte leva de um a três pacientes da médica Lucia Cerqueira Gomes. O que seria arrasador para a maioria de seus colegas é rotina para ela. Lucia, 39, trabalha no Inca 4, a unidade do Instituto Nacional de Câncer, no Rio, voltada para pacientes terminais.Responsável pela enfermaria do quinto andar e coordenadora da equipe de visitas domiciliares, ela administra os chamados cuidados paliativos. São remédios e procedimentos que procuram poupar da dor quem não pode mais passar por tratamentos invasivos como cirurgias e quimioterapias.E não só as dores físicas são inimigas. Numa visita acompanhada pela Folha, a médica se esforçava para que uma professora de 67 anos, com metástase de um tumor nos rins, buscasse ânimo para realizar coisas ainda possíveis, nem que fosse uma pequena peça de crochê.Deu-lhe as mãos, conversou, buscou que, do choro da mulher, surgisse alguma "elaboração", como se diz no jargão dos cuidados paliativos. Ou seja…