Aspartame: um perigo nada light

Esta substancia de consumo massivo, presente em produtos diets e lights, é atacada por médicos e pesquisadores, que afirmam ser ela uma verdadeira bomba para o organismo. As denúncias tomam a forma de movimento organizado. Fique sabendo. A reportagem é do jornal  Bem Estar , julho de 2008 – página 4.

aspartame

Eis o artigo.

Alimentos que não engordam, esta, sem dúvida, sempre foi a aspiração máxima de que todos aqueles que têm propensão a engordar. O advento dos produtos vem lights e diets parecia ter solucionado o problema. Em suas composições, uma substância teve seu nome levado aos quatro cantos do mundo, o aspartame.

Mas o reinado deste adoçante artificial, que ainda se mantém vigoroso no campo industrial, parece ter seus dias contados pelo lado da ciência e da medicina, pois pesquisas e médicos condenam veemente sua utilização. O aspartame é hoje encontrado em mais de 5 mil produtos alimentares e farmacêuticos. Possui três componentes: ácido aspártico, fenilanina e metanol. Cada um deles provoca diversas reações nocivas ao organismo humano.

O metanol, ou álcool de madeira, converte-se em: 1) formaldeído, usado em embalsamentos e considerado um perigoso agente cancerígeno, e 2) ácido fórmico (veneno de formiga). A fenilanina reduz a produção de serotonina no cérebro, levando à depressão e paranóia. (Alguns pesquisadores associam a geração de comportamentos violentos).

O ácido aspártico, seu terceiro componente, é capaz de provocar lesões cerebrais e vários outros sintomas, como dores de cabeça, dormência, visão borrada, palpitações cardíacas, tonteiras, espasmos musculares, irritabilidade, vertigens, ansiedade, perda do paladar, insônia e mais uma lista enorme de disfunções.

A FDA, agência americana controladora de alimentos e remédios, já recebeu milhares de queixas de consumidores contra as empresas produtoras de aspartame. E o movimento contra essa substância aumenta vertiginosamente. O National Soft Drink Association (Associação Nacional de Refrigerantes) divulgou um protesto de 30 páginas questionando a segurança do uso do aspartame em refrigerantes, que têm consumo massivo. Descobriram que americanos preocupados em perder peso e que passaram a beber soda com aspartame o dia inteiro, sentiam um forte pedido corporal por carboidratos, que provoca ganho de peso. Além do mais, o formaldeído, um dos componentes do aspartame, fica armazenado no tecido adiposo, principalmente nos quadris e nas coxas.

E por que esta bomba doce continua sendo tão utilizada? Segundo seus oponentes, especialmente médicos e pesquisadores americanos, a empresa Monsanto, fabricante do aspartame (e também de alimentos transgênicos), lucra dois bilhões de dólares anuais com a substância, que alimenta a indústria de alimentos diets e lights, que ironicamente são endereçados ao público preocupado com a saúde. Lucro suficiente para comprar vozes e votos.

Mas não de todos, como estamos constatando, pois o movimento contra o aspartame cresce e agora toma conta da Internet, onde uma onda de depoimentos a alertas chega a quase todos que estão na Rede. A seguir, extratos de um destes e-mails da saúde. Leia e repasse. Vamos ajudar a crescer o movimento.

> Fonte: IHU Online.

> Alimentos não-saudáveis são os mais veículados na TV. (junho de 2008)

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